COLUNISTA -
Jorge Garcia é licenciado em Comunicação Social (jornalismo) pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Rio de Janeiro, Brasil. Foi jornalista do jornal A Semana, professor liceal e chefe da Divisão de Redacção da Assembleia Nacional. Neste momento desempenha a função de assessor parlamentar do PAICV para a área de comunicação.
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Uma turma dessas… ninguém merece!
1- Esta nossa oposição, eta bicho difícil de entender! Quando Jorge Santos se encontrou com Bill Clinton no Museu da Madame Tussauds ninguém da situação meteu o bico.
Entretanto, quando tivemos a Madame Clinton entre nós, a vivo e a cores, o pessoal rabentola, roendo-se de inveja, tentou menosprezar o acontecimento dizendo que tudo não passou de uma escala técnica no Sal.
2- Comenta-se por aí à boca pequena que as negociações para Jorge Santos capitular, de forma a deixar o caminho livre para Carlos Veiga, foram extremamente difíceis. É que para além de querer ver garantido o cargo de Ministro das Forças Armadas e da Defesa (olha o contra-golpe aí gente!) num hipotético Governo de Carlos Veiga, o homem fez exigências absurdas.
Para seu futuro Gabinete, por exemplo, exigiu que lhe fossem fornecidos, semanalmente, 25 caixas de água mineral, 120 garrafas de bebidas, 12 garrafas de sidra da marca Magners, quatro garrafas de vodka, três de vinho branco, duas garrafas de champanhe, 204 toalhas, sem contar 20 sabonetes!
3- É sabido e consabido que com a subida de Ulisses Correia e Silva ao trono dos Paços do Conselho a qualidade de vida dos praienses foi pelo ralo abaixo. Mas, sem dúvida, a turma que ficou mais lesada com o rol de maldades de Ulisses e de seus lugar-tenentes foi a das varredeiras da Cidade. Muitas delas que, aquando da derrota do Filú, dançaram o “mó na txon”, permanecem nesta posição até hoje.
O regresso do tanque pensante