COLUNISTA -
Jorge Garcia é licenciado em Comunicação Social (jornalismo) pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Rio de Janeiro, Brasil. Foi jornalista do jornal A Semana, professor liceal e chefe da Divisão de Redacção da Assembleia Nacional. Neste momento desempenha a função de assessor parlamentar do PAICV para a área de comunicação.
Atenção: As opiniões expressas pelos colunistas não representam a posição da FORCV. Elas apenas traduzem o ponto de vista dos mesmos. Na realidade, a FORCV está aberta a publicar artigos de opiniões de diferentes colunistas com o intuíto de apresentar diversos pontos de vistas aos nossos leitores. Por isso, convidamos pessoas interessadas a enviar artigos de opiniões para editor@forcv.com. Obrigado(a).
I
Na última sessão da Câmara Municipal de Ribeira Grande, o segundo homem forte (emocionalmente ele é fraquinho) da Edilidade, Alcides de Pina, teve um dos seus surtos psicóticos e quase ía partir para cima do Presidente da Assembleia Municipal, um senhor de cabelos brancos e já na casa dos sessenta.
Aliás, a dado passo da sua intervenção, de Pina (melhor, dá pena!), espumando pela boca, deixou bem claro que não estava para brincadeiras: “ O Senhor quer chuchar comigo? Faltou-lhe só sacar de um 6.35 mm para dar mais consistência às suas argumentações.
II
Por um desses dias, o Vereador do Saneamento da Câmara da Praia, Gilberto Silva, quase foi passado na ponta da faca por uma das varredeiras despedidas.
Segundo testemunhas oculares que presenciaram o incidente, valeu ao Gilberto o facto de ter visto o desenho animado “ Kung Fu Panda” umas treze vezes, lá em casa, com os miúdos. Rapidamente desviou-se do golpe e ainda teve tempo para desferir um pontapé na madame, enquanto soltava um estridente grito de combate: kiaaaaai!
III
Crioulo sempre teve mania de brincar com coisa séria. Sem se importar que, por vezes, Deus até castiga. Por exemplo, houve um ano em que roca pariu mais do que chuchu na serra e ganhou o apelido de telemóvel.
Agora, ronda por aí uma gripe sinistra, que talvez pela tremedeira braba que provoca, responde pelo sugestivo nome de: sakudin djan bén!
“Sem batotas”