Cape Verde

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PORTUGUÊS

Wikileaks: Embaixada dos EUA Em Cabo Verde Condena Fugas Secretas

 

 
 

PRAIA, CV (Fonte: Lusa/Diario Digital) — A embaixada dos Estados Unidos na Cidade da Praia lamentou e condenou hoje a divulgação de informações secretas norte-americanas sobre Cabo Verde, no âmbito do «caso Wikileaks».

Num comunicado enviado à comunicação social, a missão diplomática norte-americana em Cabo Verde, sem embaixador desde a saída, em setembro último, de Marianne Myles, manifestou «apreensão pelas consequências nefastas» que a divulgação de informações poderá trazer a diplomatas e cidadãos comuns.

«Os Estados Unidos lamentam profundamente a revelação de qualquer informação que deveria ser confidencial e condena-a», lê-se no documento, uma reação às notícias que a comunicação social cabo-verdiana tem dado sobre o assunto, e que o primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, tem procurado desdramatizar.

 

 

 

ENGLISH

Op-Ed

"The US Regrets the Disclosure of Information For WikiLeaks Coverage In Cape Verde"

RELEASED BY THE US EMBASSY IN PRAIA

President Obama and Secretary of State Hillary Rodham Clinton have made it a priority to reinvigorate America’s relationships around the world. They have been working hard to strengthen our existing partnerships and build new ones to meet shared challenges, from climate change to ending the threat of nuclear weapons to fighting disease and poverty. As the United States Embassy Chargé d'Affaires in Cape Verde, I’m proud to be part of this effort.

Of course, even a solid relationship will have its ups and downs. We have seen that in the past few days, when documents purportedly downloaded from U.S. Defense Department computers became the subject of reports in the media. They appear to contain our diplomats’ assessments of policies, negotiations, and leaders from countries around the world as well as reports on private conversations with people inside and outside other governments.

I cannot vouch for the authenticity of any one of these documents. But I can say that the United States deeply regrets the disclosure of any information that was intended to be confidential. And we condemn it. Diplomats must engage in frank discussions with their colleagues, and they must be assured that these discussions will remain private.

Honest dialogue—within governments and between them—is part of the basic bargain of international relations; we couldn’t maintain peace, security, and international stability without it. I’m sure that Cape Verde's ambassadors to the United States would say the same thing. They too depend on being able to exchange honest opinions with their counterparts in Washington and send home their assessments of America’s leaders, policies, and actions.

I do believe that people of good faith recognize that diplomats’ internal reports do not represent a government’s official foreign policy. In the United States, they are one element out of many that shape our policies, which are ultimately set by the President and the Secretary of State. And those policies are a matter of public record, the subject of thousands of pages of speeches, statements, white papers, and other documents that the State Department makes freely available online and elsewhere.

But relations between governments aren’t the only concern. U.S. diplomats meet with local human rights workers, journalists, religious leaders, and others outside the government who offer their own candid insights. These conversations depend on trust and confidence as well. If an anti-corruption activist shares information about official misconduct, or a social worker passes along documentation of sexual violence, revealing that person’s identity could have serious repercussions: imprisonment, torture, even death.

The owners of the WikiLeaks website claim to possess some 250,000 classified documents, many of which have been released to the media. Whatever their motives are in publishing these documents, it is clear that releasing them poses real risks to real people, and often to particular people who have dedicated their lives to protecting others. An act intended to provoke the powerful may instead imperil the powerless. We support and are willing to have genuine debates about pressing questions of public policy. But releasing documents carelessly and without regard for the consequences is not the way to start such a debate.

For our part, the U.S. government is committed to maintaining the security of our diplomatic communications and is taking steps to make sure they are kept in confidence. We are moving aggressively to make sure this kind of breach does not happen again. And we will continue to work to strengthen our partnership with Cape Verde and make progress on the issues that are important for our two countries. We can’t afford anything less. President Obama, Secretary Clinton, and I remain committed to being trusted partners as we seek to build a better, more prosperous world for everyone.

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Simplificação de formulários visa agilizar o processo de pedido de visto

 
 

PRAIA — O Cônsul Jeffrey Zinsmeister deu uma Conferência de Imprensa  hoje na Embaixada dos Estados Unidos da América na Praia com o objectivo de informar ao público sobre o novo formulário de solicitação de visto Não-Imigrante.

A partir de 30 de Abril do corrente ano, o Departamento de Estado passa a implementar em Cabo Verde um novo formulário para solicitação de vistos. O DS-160 é totalmente electrónico e substituirá os formulários DS-156, 157, e 158. O uso do DS-160 será obrigatório a partir do dia 31 de Maio. O novo formulário também permitirá o upload de fotos antes da hora da entrevista. A implementação desse novo formulário não invalidará a necessidade de marcação de entrevista e o pagamento da taxa de visto através do Banco Comercial do Atlântico (BCA) que continuaram a ser obrigatórios. 

O novo formulário encontra-se na internet no site: https://ceac.state.gov/genniv. Após a inscrição electrónica e envio do formulário através da Internet, o solicitante receberá uma notificação de confirmação com o respectivo código de barra que deve imprimir e apresentar na Embaixada no dia da entrevista.

O DS-160 é um formulário "inteligente" cuja utilização já permitiu diminuir o tempo de processamento de vistos em outros países em que foi implementado. Pesquisas realizadas em países onde já se utiliza o novo formulário, indicam um aumento na satisfação dos clientes em comparação com o sistema anterior.

O DS-160 estará disponível apenas em inglês, mas o sistema oferece a tradução em português – basta posicionar o cursor sobre o texto. O DS-160 pode ser encontrado no site:  https://ceac.state.gov/genniv.

Observações importantes:

    * Preencher e enviar o formulário pelo menos 2 dias antes da data da entrevista;
    * Preencher o formulário com atenção. Caso o formulário seja preenchido de forma incorrecta o requerente corre o risco de não poder concluir a entrevista. Neste caso, é necessário preencher novamente o formulário e regressar à secção consular numa outra data;
    * O preenchimento incorrecto dos seguintes dados pode invalidar o formulário: nome (deve ser igual ao passaporte), número do passaporte, país de emissão do passaporte, data de nascimento, país de nascimento, nacionalidade, sexo, estado civil, ultima viagem aos Estados Unidos;
    * Não é necessário completar o formulário numa só vez, o solicitante pode salvar e continuar o processo posteriormente;
    * Recomendamos que o pagamento da taxa de solicitação de visto no BCA seja feito com antecedência, evitando o pagamento no dia da entrevista.

Convêm salientar que existem formulários adicionais a serem preenchidos pelos seguintes requerentes de visto Não-Immigrante: estudantes (Formulário I-20); participantes em programas de intercâmbio (Formulário DS-2019); solicitantes de petições de trabalho; diplomatas; representantes oficiais do governo e/ou organizações internacionais.

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Photo: atlasescolar.com.ar

(A Semana Online) – Entra hoje em vigor a lei nº 77/VII/2010 que eleva à condição de cidade todas sedes dos municípios de Cabo Verde. Ganhamos em consequência disso mais 18 cidades, que se juntam às já existentes Porto Novo, Mindelo, Praia, Ribeira Grande de Santiago, Assomada e S. Filipe.

Entre as 24 cidades que agora o país tem estão duas que não são sede de concelho – Ribeira Grande (S. Antão) e Santa Maria (Sal) -, que conquistaram o novo estatuto a título excepcional, tendo em conta a sua importância histórica ou turística. Santiago é a ilha que mais cidades conquistou, visto ter mais concelhos, enquanto S. Vicente não conquistou nenhuma por ser uma ilha – município.

A lei nº 77/VII/2010 estabelece como critérios para a elevação dos centros de concelhos a cidade possuir equipamentos relevantes como serviço de saúde, protecção civil, correios e telecomunicações, farmácia, corporação de bombeiros, estabelecimento de ensino, esquadra policial, estabelecimentos hoteleiros, bibliotecas, serviços de transporte urbano e suburbanos, entre outros.

Mas a realidade do país ainda não coaduna plenamente com tais critérios, pois nem todas as sedes de concelho, principalmente as dos municípios criados em 2005 como Tarrafal de S. Nicolau, Achada Igreja (São Salvador do Mundo) e João Teves (S. Lourenço dos Órgãos), tiveram tempo de criar todos os serviços e equipamentos que habitualmente têm as cidades.

Tal como aconteceu aquando da sua discussão no parlamento, este diploma continua a dividir a classe política, em especial os autarcas. Para os próximos do MpD, trata-se de uma medida eleitoralista, sem qualquer consequência prática na vida dos cidadãos.

E para os autarcas do PAICV, ainda que administrativa ou política, é uma lei que vem ao encontro de algumas pretensões há muito anunciadas, por isso bem vinda. É o caso de Santa Cruz, cujo edil, Orlando Sanches, há 10 dias vinha trabalhando para que Pedra Badejo fosse cidade em 2010.

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José Maria Neves e José Sócrates

 

LISBOA (Inforpress) — José Maria Neves, que falava em conferência de imprensa, sublinhou que “se trata da elevação ao mais alto nível da cooperação existente entre os dois países” que, conforme referiu, são excelentes mas, com a realização desta cimeira, “estamos a dar um sinal muito claro do seu nível”.

Conforme frisou, a cimeira vai servir de oportunidade para a discussão com o governo português de questões fundamentais para o futuro de Cabo Verde, como são as energias renováveis, as tecnologias de informação e comunicação e os novos mecanismos para o reforço da parceria especial entre Cabo Verde e a União Europeia.

“Entre Portugal e Cabo Verde já há o acordo de cooperação cambial, que permite a convertibilidade e a paridade do escudo cabo-verdiano, temos a cooperação no domínio financeiro que possibilita não só a mobilização de recursos financeiros, mas também a realização de obras fundamentais para o desenvolvimento de Cabo Verde”, apontou,  José Maria Neves, para realçar o caminho já percorrido e o nível de entendimento que existe.

Com efeito, o primeiro-ministro sublinhou que durante os trabalhos desta cimeira de Lisboa vão ser assinados acordos em vários domínios, do mesmo modo que irão ser avaliados também os impactos das linhas de crédito que Portugal tem colocado à disposição de Cabo Verde, para o desenvolvimento das infra-estruturas, das energias renováveis, a mobilização de água, entre outras áreas.

Acompanham José Maria Neves a Lisboa, cinco ministros, incluindo o dos Negócios Estrangeiros, e o secretário de Estado adjunto para a área de investimentos.

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