O Presidente de Cabo Verde revelou logo após ao embate da Selecção Nacional frente à do Gana que vai condecorar os Tubarões Azuis pela excelente prestação no CAN 2013.
“Como Chefe de Estado e dada a prestação muito digna e verdadeiramente patriótica dos “Tubarões Azuis” na CAN, anuncio que - decisão tomada já antes da partida de hoje - procederei à condecoração dos bravos que projectaram o nome do país no mundo do desporto, do futebol e muito para além do “território” da bola”, anunciou Jorge Carlos Fonseca numa nota de emprensa. “Eles merecem o lovour da Nação através do Chefe de Estado. Fá-lo-ei com raro prazer e sentimento de estar a praticar acto de funda justiça”.
O Presidente da Câmara Municipal da Praia Ulisses Correia e Silva também anunciou na semana passada que vai entregar a chave da cidade à Selecção de Cabo Verde.
A surprendente jornada de Cabo Verde na Copa de África das Nações chegou ao fim hoje perante a derrota frente à selecção do Gana (0-2) no muito antecipado jogo dos quartos de final onde o desempenho negativo do árbito contra a Seleção Nacional foi considerado o factor determinante pela perda.
O LÚCIO ANTUNES, nas suas conferências de prensa, deverá ser menos ingénuo e não estar a revelar as fraquezas dos adversários e como ganhá-los. Ao expressar públicamente sobre o Gana, como Cabo Verde, ia defender e fazer contra ataques, consciêncializou, chamou atenção, adverteu os ganenses que preparassem-se para a defesa e contra ataques. - Resultado: foram os ganenses a defenderem-se e a fazerem contra ataques com um segundo golo.
Mais uma vêz os africanos, mostraram e dizeram bem alto que África é para os africanos e não para os cabo-verdianos. Que possamos apreender desta vês a noossa lição que Cabo Verde, não tem nada que fazer em África. Estaríamos melhores se não estivéssemos, no CEDEAO E UA. Com o dinheiro que pagámos para estarmos nos clubes de retrocessos, acabaríamos com a pobreza em Cabo Verde. Abaixo o colonialismo, a exploração e a ocupação da Praia, nas outras Ilhas de Cabo Verde! Viva o Partido para a Independência e Desenvolvimento da Ilha do Sal, PIDIS! Viva o Município de Santa Maria! A luta continua e a vitória só pode pertencer ao povo! VENCEREMOS!
Filizmentu tu não és "povo" e a vitória jamais terás, sua VACA tresmalhada.
Prai é capital de Cabo Verde por excelência e a ilha do Sal é uma ilha de que muito orgulhamos.
Vai dar ******* noutra boronseira, porque os europeus sentem enjoo de ti.
Portugal é um país europeu e colonizou-nos durante 500 anos. Neste momento nós vivemos (menos tu, que não és caboverdiana) melhor do que os portugueses.
O LÚCIO ANTUNES, nas suas conferências de prensa, deverá ser menos ingénuo e não estar a revelar as fraquezas dos adversários e como ganhá-los. Ao expressar públicamente sobre o Gana, como Cabo Verde, ia defender e fazer contra ataques, consciêncializou, chamou atenção, adverteu os ganenses que preparassem-se para a defesa e contra ataques. - Resultado: foram os ganenses a defenderem-se e a fazerem contra ataques com um segundo golo.
Mais uma vêz os africanos, mostraram e dizeram bem alto que África é para os africanos e não para os cabo-verdianos. Que possamos apreender desta vês a noossa lição que Cabo Verde, não tem nada que fazer em África. Estaríamos melhores se não estivéssemos, no CEDEAO E UA. Com o dinheiro que pagámos para estarmos nos clubes de retrocessos, acabaríamos com a pobreza em Cabo Verde. Abaixo o colonialismo, a exploração e a ocupação da Praia, nas outras Ilhas de Cabo Verde! Viva o Partido para a Independência e Desenvolvimento da Ilha do Sal, PIDIS! Viva o Município de Santa Maria! A luta continua e a vitória só pode pertencer ao povo! VENCEREMOS!
"Dra" Gilda, onde encontrou seu doutorado? No "cobon". Só pode ser, visto a retórica de mau gosto e sem nível. Seria bom saber o que constitui um Partido antes de dar tal nome a uma organização bem próximo do terrorismo intelectual.
OS TUBARÕES AZUIS FORAM DERROTADOS PELA CRIMINOSA EQUIPA DE ARBITRAGEM E NÃO PELO MÉRITO DOS BLACK STARS.
Vejamos um pequeno extrato de um jornal angolano:
não existem patrocinadores de peso nos clubes. A Selecção Nacional foi para o CAN da África do Sul com magros apoios publicitários. O orçamento da Federação Angolana de Futebol também não era nada de especial, mesmo em comparação com os orçamentos de outras selecções africanas.
Os Palancas Negras foram para a prova com todas as virtudes do desporto intactas. E representaram o país dando o melhor que tinham para dar. Mostraram nos três jogos que disputaram, um futebol agradável. Todos os atletas puseram em campo técnica, rigor táctico e grande empenho. Alguns tiveram durante os jogos quebras físicas comprometedoras. O desporto é assim, os homens não são máquinas. Feito o balanço dos três jogos, a minha opinião é esta: a Selecção Nacional teve um desempenho razoável mas os adversários foram melhores.
Lemos e ouvimos por aí que a prestação dos Palancas Negras no CAN foi uma vergonha. A grande vantagem da democracia é que a opinião é tão livre como a asneira. Eu penso que a maior vergonha que se viu no CAN foi a batota no jogo entre Cabo Verde e o Gana. Os Tubarões Azuis foram derrotados por uma equipa de arbitragem que em vez de ajuizar o jogo trabalhou para a organização e para os interesses económicos que gravitam à volta da prova. Ganhar como o Gana ganhou é uma vergonha. Arbitrar um jogo de futebol a pensar nos patrocinadores e outros agentes económicos é não só uma vergonha mas também um crime de lesa-futebol.
A Selecção Nacional conseguiu apurar-se para o CAN. Grandes selecções que conquistaram títulos africanos e já participaram em vários campeonatos do mundo, ficaram em casa. Selecções fortíssimas como a Argélia, Marrocos ou Tunísia, foram mais cedo para casa. A Zâmbia, detentora do título, não conseguiu impor o seu futebol e ficou de fora da fase a eliminar. Vergonha? Não. Os adversários foram melhores. Repito: vergonha foi uma equipa de arbitragem sem categoria ter levado para as meias-finais o Gana, que foi claramente inferior a Cabo Verde. Jogar bem, mal ou assim-assim, não é vergonha. Vergonha é fazer batota. E Angola não fez.
Gostaria de ver "pequenos extratos" de artigos escritos por jornalistas "INGUIÇADOS" com má arbitragem ou outras supostas batotas que terão causado a eliminação da equipa da casa. Cada team tem queixas contra árbitros e CAN/UEFA/FIFA, etc, mas a opinião dum ou mais jornalistas não é prova que batota houve. Neste caso um jornalista LUSÓFONO, um mano nosso, um compincha di nós, um companheiro de jornadas difíceis se sente solidário da infelicidade do irmão e denuncia a "batota".
Houve batota? Não sabemos. O que eu penso é que deve ter havido FAVORITISMO, consciente ou inconsciente, por parte do árbitro ou da organização, ao mesmo tempo que nossos rapazes não tiveram sorte e/ou contaram com a tal sorte para ajuda-los (porque não, essa não seria a primeira vez).
Esperar que o adversário dê "baraca" em vez de atacar como se amanhã não existisse também não ajudou. O que também não ajuda é dizer aos jogadores que foram roubados e que podem continuar a jogar da mesma maneira que fizeram. Para que o doente possa ser curado, primeiro ele tem que reconhecer que está doente. Nossa equipa jogou maravilhosamente bem, teve muita sorte, mas para que possamos ir mais longe da próxima, temos que "fulia faca bedjo, mola kes ki podi sirbi, cumpra otos novos, e manti tudo es em bom estado.
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O LÚCIO ANTUNES, nas suas conferências de prensa, deverá ser menos ingénuo e não estar a revelar as fraquezas dos adversários e como ganhá-los. Ao expressar públicamente sobre o Gana, como Cabo Verde, ia defender e fazer contra ataques, consciêncializo u, chamou atenção, adverteu os ganenses que preparassem-se para a defesa e contra ataques. - Resultado: foram os ganenses a defenderem-se e a fazerem contra ataques com um segundo golo.
Mais uma vêz os africanos, mostraram e dizeram bem alto que África é para os africanos e não para os cabo-verdianos. Que possamos apreender desta vês a noossa lição que Cabo Verde, não tem nada que fazer em África. Estaríamos melhores se não estivéssemos, no CEDEAO E UA. Com o dinheiro que pagámos para estarmos nos clubes de retrocessos, acabaríamos com a pobreza em Cabo Verde. Abaixo o colonialismo, a exploração e a ocupação da Praia, nas outras Ilhas de Cabo Verde!
Viva o Partido para a Independência e Desenvolvimento da Ilha do Sal, PIDIS! Viva o Município de Santa Maria! A luta continua e a vitória só pode pertencer ao povo! VENCEREMOS!
Prai é capital de Cabo Verde por excelência e a ilha do Sal é uma ilha de que muito orgulhamos.
Vai dar ******* noutra boronseira, porque os europeus sentem enjoo de ti.
Portugal é um país europeu e colonizou-nos durante 500 anos. Neste momento nós vivemos (menos tu, que não és caboverdiana) melhor do que os portugueses.
Vagabunda, ******* fede.
"Dra" Gilda, onde encontrou seu doutorado? No "cobon". Só pode ser, visto a retórica de mau gosto e sem nível. Seria bom saber o que constitui um Partido antes de dar tal nome a uma organização bem próximo do terrorismo intelectual.
Vejamos um pequeno extrato de um jornal angolano:
não existem patrocinadores de peso nos clubes. A Selecção Nacional foi para o CAN da África do Sul com magros apoios publicitários. O orçamento da Federação Angolana de Futebol também não era nada de especial, mesmo em comparação com os orçamentos de outras selecções africanas.
Os Palancas Negras foram para a prova com todas as virtudes do desporto intactas. E representaram o país dando o melhor que tinham para dar. Mostraram nos três jogos que disputaram, um futebol agradável. Todos os atletas puseram em campo técnica, rigor táctico e grande empenho. Alguns tiveram durante os jogos quebras físicas comprometedoras . O desporto é assim, os homens não são máquinas. Feito o balanço dos três jogos, a minha opinião é esta: a Selecção Nacional teve um desempenho razoável mas os adversários foram melhores.
Lemos e ouvimos por aí que a prestação dos Palancas Negras no CAN foi uma vergonha. A grande vantagem da democracia é que a opinião é tão livre como a asneira. Eu penso que a maior vergonha que se viu no CAN foi a batota no jogo entre Cabo Verde e o Gana. Os Tubarões Azuis foram derrotados por uma equipa de arbitragem que em vez de ajuizar o jogo trabalhou para a organização e para os interesses económicos que gravitam à volta da prova. Ganhar como o Gana ganhou é uma vergonha. Arbitrar um jogo de futebol a pensar nos patrocinadores e outros agentes económicos é não só uma vergonha mas também um crime de lesa-futebol.
A Selecção Nacional conseguiu apurar-se para o CAN. Grandes selecções que conquistaram títulos africanos e já participaram em vários campeonatos do mundo, ficaram em casa. Selecções fortíssimas como a Argélia, Marrocos ou Tunísia, foram mais cedo para casa. A Zâmbia, detentora do título, não conseguiu impor o seu futebol e ficou de fora da fase a eliminar. Vergonha? Não. Os adversários foram melhores. Repito: vergonha foi uma equipa de arbitragem sem categoria ter levado para as meias-finais o Gana, que foi claramente inferior a Cabo Verde. Jogar bem, mal ou assim-assim, não é vergonha. Vergonha é fazer batota. E Angola não fez.
Houve batota? Não sabemos. O que eu penso é que deve ter havido FAVORITISMO, consciente ou inconsciente, por parte do árbitro ou da organização, ao mesmo tempo que nossos rapazes não tiveram sorte e/ou contaram com a tal sorte para ajuda-los (porque não, essa não seria a primeira vez).
Esperar que o adversário dê "baraca" em vez de atacar como se amanhã não existisse também não ajudou. O que também não ajuda é dizer aos jogadores que foram roubados e que podem continuar a jogar da mesma maneira que fizeram. Para que o doente possa ser curado, primeiro ele tem que reconhecer que está doente. Nossa equipa jogou maravilhosament e bem, teve muita sorte, mas para que possamos ir mais longe da próxima, temos que "fulia faca bedjo, mola kes ki podi sirbi, cumpra otos novos, e manti tudo es em bom estado.
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